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Programação Junho 2020

Publicações EPQIM

Em 18 de maio, lançamos o e-book do VI Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus (EPQIM), realizado em 2017! Vamos relembrar juntos as outras publicações desse importante evento todos os domingos de junho. Começamos com o e-book do I EPQIM (2012), que teve como tema “Questões Indígenas e Museus – debates e possibilidades”.

Oficina de Imã

Aprenda a fazer um lindo imã em semente, utilizando a criatividade, de maneira divertida e de forma sustentável.

Saberes e Fazeres Indígenas Virtual

Lidiane Damaceno, Krenak da Terra Indígena Vanuíre, conta um pouco sobre ideias errôneas e congeladas que a população tem sobre os indígenas.

Curiosidades – Meio Ambiente

Você sabia que o Museu Índia Vanuíre pratica o princípio dos 3R’s? Eles consistem nos atos de Reduzir, Reutilizar e Reciclar o lixo produzido!

Contação de Histórias Juninas

Márcinha Moureira, contadora de histórias da Cia e Flôr, apresenta o espetáculo “Histórias Juninas”, que aborda contos retirados do folclore brasileiro, dando ênfase aos festejos juninos.

Oficina de Flor em Material Reciclável

Aprenda a fazer essas lindas flores com material fácil e acessível! Elas são um charme para mimar quem você tanto ama com algo criativo e feito por você com tanto carinho nesse Dia dos Namorados.

Dia do Turista

Que tal fazer um passeio virtual pelo Museu Índia Vanuíre? Enquanto o equipamento está temporariamente fechado, por conta do enfrentamento ao Covid-19, você pode acessar o acervo pelo nosso site.

Publicações EPQIM

Para dar continuidade na rememoração das publicações do Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus, hoje, trazemos para vocês o e-book do II EPQIM (2013), com o tema “Questões Indígenas e Museus: Enfoque Regional para um Debate Museológico”. Esse material aprofunda o debate sobre a pesquisa e a problemática indígena do oeste, a educação patrimonial em museus, as ações desenvolvidas pelo Centro de Referência Kaingang do Museu Índia Vanuíre, além de discutir os recentes estudos a respeito das questões indígenas.

Dica de Leitura

Confira nossa dica de leitura: Ideias para Adiar o Fim do Mundo. Nesse livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma “humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô”. Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental da nossa era, o chamado Antropoceno. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres podem ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo.

Oficina de Porta-retrato

Aprenda a fazer um lindo porta-retrato. Além de ser um objeto decorativo, você pode armazenar fotos e eternizar momentos. Em clima junino, você aprende a como decorá-lo com enfeites temáticos.

Oficina de Lanterna de Papel

O mês de junho lembra o quê? Festa Junina, é claro! Então aproveite para juntar a família e confeccionar uma linda lanterna de papel.

#TBT

Nosso #tbt de hoje fala sobre o Fortalecimento da Memória Tradicional Kaingang: de Geração em Geração por meio de uma exposição inaugurada em junho de 2015. Autonarrativa, ela teve o intuito de promover a tradição, o processo e as técnicas de confecção da cerâmica Kaingang, valorizando o conhecimento e os fazeres dos indígenas mais velhos e sábios. Todos esses aspectos, materiais e imateriais, foram apresentados ao público por meio de uma mostra bilíngue (Kaingang e português) com objetos, imagens fotográficas e vídeo.

Dica de leitura

A indicação de leitura de hoje é para o livro “O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro. A obra trata o Brasil como um dos países mais miscigenados do mundo. Essa diversidade é resultado da contribuição de vários povos na formação da nossa identidade, como os indígenas, os primeiros colonizadores (os portugueses) e imigrantes (franceses, holandeses, italianos, japoneses, alemães, entre outros), e os negros vindos da África.

Publicações EPQIM

Hoje vamos relembrar o e-book do III EPQIM (2014). Com o tema “Museus e Indígenas – Saberes e ética, novos paradigmas em debate”, ele apresenta a questão do papel dos museus e sua contribuição às culturas indígenas na atualidade, enfrentando a problemática histórica da relação entre indígenas e não-indígenas no Brasil, entendendo os direitos indígenas, criando espaços para narrativas e discursos diversos e construindo uma ética a partir das relações e do trabalho conjunto.

Publicações EPQIM

O e-book do IV Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus (2015) é o último que relembraremos. Ele teve como tema “Direitos Indígenas no Museu – Novos procedimentos para uma nova política: a gestão de acervos em discussão”. Nessa publicação foram discutidos os direitos de personalidade, autoral e de imagem para os povos indígenas na relação com os museus.

Dica de Leitura

Pra você que deseja saber mais sobre a história de Tupã, indicamos a leitura do Livro “Tupã: depoimentos de uma cidade”. Esse livro traz informações importantes com fotos e depoimentos sobre a história do município, nos aspectos social, econômico, administrativo e político.

Semana do Meio Ambiente

Dicas de Atitudes Diárias

Iniciamos o mês com uma programação especial para celebrar a Semana do Meio Ambiente. Hoje, vamos conferir por meio do depoimento de Marcos Reigota, profissional da área de meio ambiente, como manter uma vida mais leve e sustentável.

Dicas de Atitudes Diárias

Quer descobrir como trabalhar a sustentabilidade dentro de casa? Elza da Silva Pereira, participante do nosso projeto “Aguçando as Memórias”, dá dicas para conseguir ter uma vida mais sustentável.

Curiosidades – Meio Ambiente

Você sabe o que é um sistema de captação de água da chuva? É um processo de reaproveitamento do volume que é captado. O Museu India Vanuíre está preparando a implantação desse sistema, por meio de uma cisterna, e toda a água será utilizada para regar o jardim e para lavagem da parte externa do prédio.

Dicas de Atitudes Diárias

Confira as dicas de Fábio Botteon sobre o que as empresas podem fazer para um trabalho mais sustentável.

Cultura e Questões Indígenas em Foco

“Desenvolvimento sustentável é você ter compromisso com o futuro, compromisso com a política que pode garantir, a médio e longo prazo, o desenvolvimento do país, do município e do estado, atendendo a necessidade de todos, com o respeito que todo mundo merece.” Essa declaração feita por Almir Suruí, líder do povo Paiter Suruí e vencedor do prêmio da ONU “Herói da Floresta” (2013), é apenas um dos vários ensinamentos que o vídeo de hoje traz para a gente.

Dica de Leitura

Se você se interessa por uma boa leitura, não pode deixar de ler o livro “Remanescentes da Mata Atlântica”. A obra aborda a devastação da Mata Atlântica como um fenômeno muito pouco registrado e disseminado. A ponto da sociedade não ter, hoje, uma ideia precisa de como era originalmente esse bioma, predominante na paisagem costeira do Brasil e detentor de uma das mais ricas biodiversidades do mundo. Fica a dica de leitura para o seu final de semana.

Dicas de Atitudes Diárias

A nossa dica sobre sustentabilidade de hoje é com Angélica Góis Morales, profissional da área.

Contação de História

Hoje, as educadoras Valquiria, Uiara e Tina apresentam o conto “Pingo de Chuva”, que tem como objetivo fazer uma reflexão sobre o ciclo da água e a sua importância para a nossa vida e a do planeta.

Semana do Imigrante

Letos

O baú exposto no Museu India Vanuíre representa a vinda dos letos para Varpa. Esses imigrantes chegaram em Tupã em 1922, quando fundaram a Colônia de Varpa. O local contribuiu muito para a formação do nosso município e todo o leite e seus derivados que Tupã consumia, no início de sua formação, vinham dali, pois já possuiam um laticínio.

Espanhóis

O Museu Índia Vanuíre, homenageia por meio de sua exposição de longa duração “Tupã Plural”, os imigrantes que contribuíram para a formação e desenvolvimento de Tupã. A cultura do flamenco é associada, principalmente, à Espanha e tornou-se um dos ícones da cultura espanhola em geral.

Italianos

Os italianos começaram a se estabelecer na região de Tupã, a partir de 1923, antes da fundação da cidade. A influência deles para a vida econômica, política e cultural do munícipio foi importantíssima e suas tradições são perpetuadas por meio de restaurantes com comidas típicas e festas beneficentes, como a Semana da Solidariedade.

Portugueses

O Museu Índia Vanuíre, homenageia por meio de sua exposição de longa duração “Tupã Plural”, os imigrantes que contribuíram para a formação e desenvolvimento de Tupã. Na década de 30, chegaram os portugueses.

Inicialmente se dedicaram à extração da madeira e fundaram aqui as primeiras serrarias que forneciam madeiras para a construção civil, o que contribuiu para o grande desenvolvimento da cidade.

Com o tempo passaram a se dedicar à agricultura, à pecuária e ao comércio. A “Casa de Portugal”, por exemplo, foi construída para encontros e lazer.

Contação de história

Que tal aprendermos com os educadores Gabriela, Fernando e Lilian sobre a Lenda do Galo de Barcelos? O conto faz parte da cultura portuguesa presente no módulo I “Creio em Tupan”.

Oficina de Galo de Barcelos

Hoje vamos nos inspirar na contação da Lenda do Galo de Barcelos e aprender a fazer um galo utilizando materiais recicláveis e usando a nossa criatividade.

Russos

O Museu Índia Vanuíre, homenageia por meio de sua exposição de longa duração “Tupã Plural”, os imigrantes que contribuíram para a formação e desenvolvimento de Tupã. A roca de fiar é um objeto que representa a Colônia Russa.

#TBT

#TBT Exposições – Os principais colonizadores do Brasil foram temas da exposição temporária “Portugal em Tupã”, que homenageou a colônia portuguesa. A mostra revelou as principais razões que motivaram a vinda dessas famílias para o país, os costumes da “terrinha”, o idioma, as danças, a alimentação e a memória.

Árabes

O Museu Índia Vanuíre, homenageia por meio da sua exposição de longa duração “Tupã Plural”, os imigrantes que contribuíram para a formação e o ampliação de Tupã. Os primeiros foram os árabes vindos a Tupã, chegaram aqui na década de 40. Deixaram seu país de origem atraídos pela perspectiva que o Brasil oferecia.

Em nossa região dedicaram-se às atividades comerciais como, serrarias, armarinhos, secos e molhados, máquinas de benefício de arroz e café.

Muitos de seus descendentes ainda residem aqui trabalhando principalmente no setor comercial.

Esses imigrantes contribuíram para a formação de Tupã e para o desenvolvimento socioeconômico com participação ativa na vida política.

Japoneses

Em 1931, os primeiros japoneses vieram para Tupã e se estabeleceram no bairro Afonso XIII. Dedicaram-se à plantação de café, máquinas de benefício de arroz, algodão, amendoim, melancia, tomate, oficinas mecânicas e de torno. Destacaram-se também na área esportiva, educacional, política, social e cultural. Com seu trabalho, luta e determinação venceram e contribuiram para a formação do município. Mais tarde, tornaram-se os maiores produtores de ovos da América do Sul.

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